domingo, 30 de janeiro de 2011

Chupando a linguiça...


Do Blog do Josias
Há 19 dias, produziram-se nas dependências da UnB (Universidade de Brasília) cenas que resultaram num pedido de explicações da Presidência da República e na abertura de uma sindicância.
Alunos veterenos da Faculdade de Agronomia e Veterinária submeteram um grupo de calouras a um trote aviltante. Sucedeu o seguinte:
Presidente do Centro Acadêmico de Agronomia da UnB, Caio Batista comandou a “recepção” às alunas. Deu-se por volta das dez horas da manhã de 11 de janeiro.
Caio vestia trajes femininos. Recobria-lhe o torso um pedaço de pano assemelhado a uma faixa presidencial. Segurava uma lingüiça.
Despejava sobre a peça camadas de leite condensado. Formadas em fila, as calouras foram instadas a levar a lingüiça à boca, chupando-a.
Ao redor, cerca de 250 universitários se divertiam com a humilhação alheia. O trote não é original. Repete-se ano após ano.
Os veteranos alegam que a coisa é consentida. Só participa quem quer. Não haveria, portanto, o aviltamento que as imagens sugerem.

No primeiro mês, Dilma foi sitiada por "rivais-aliados".


Do Blog do Josias
A presidência de Dilma Rousseff completa um mês nesta segunda (31). A experiência de poder da sucessora de Lula, embora curta, revelou-se instrutiva.
Beneficiada pelo silêncio da oposição, Dilma assistiu à conversão de aliados no pior tipo de adversário: o inimigo cordial.
O noticiário negativo que assediou Dilma em seus primeiros trinta dias de governo teve produção 100% doméstica.
Sócios majoritários do consórcio governista, PT e PMDB trocaram cotoveladas ao redor das poltronas mais vistosa$ do segundo escalão.
Apoiadoras de Dilma na campanha eleitoral, as centrais sindicais levaram o debate do salário mínimo às ruas.
Domesticado nos dois reinados de Lula, o baronato sindical mordeu Dilma antes mesmo da tentativa de assopro de Gilberto Carvalho, o ministro que negocia em nome dela.
Mal desceu das nuvens da posse para o chão liso da rotina administrativa e Dilma já se deu conta de que, no poder, só há um amigo possível. O amigo do alheio.
Afora a descoberta de que terá de lidar com pseudoaliados, Dilma fabricou, ela própria, uma inimiga insuspeitada: a barriga.
Até aqui, sempre que submetida à necessidade de decidir, Dilma pensou dez vezes, analisou todas as possibilidades, consultou auxiliares... E não decidiu.
Os caças da FAB? Barriga. O nome para a cadeira vaga no STF? Barriga. As nomeações dos escalões inferiores? Barriga de novo.
Até os cortes no Orçamento da União, que Dilma considera urgentes e prioritários, foram golpeados pela política da pança.
Dilma programara a descida da lâmina para a primeira quinzena de janeiro. Queria que o talho viesse à luz antes da reunião do BC sobre juros.
A diretoria do BC, porém, foi à mesa do Copom sem conhecer o tamanho da faca. Devolveu a taxa Selic ao elevador.
Os cortes? Bem, a barriga promete-os para fevereiro. Por ora, Dilma não apôs sua assinatura nem no projeto de Orçamento que o Congresso aprovou em dezembro.
Em meio à bruma de indefinições, a ministra Mirian Belchior (Planejamento) declarou que a lâmina pode alcançar inclusive as verbas do PAC.
E Dilma: “Nós não vamos, nós não vamos –vou repetir pela terceira vez— nós não vamos contingenciar o PAC”.
Além de desencontros, a tática presidencial de estacionar diante das bifurcações que lhe chegam ao gabinete espalha insatisfações ao redor.
Em privado, a cúpula da Aeronáutica derrama-se em queixumes por conta do novo adiamento da aquisição dos caças.
As togas do Supremo impacientam-se com a demora do Planalto (já lá se vão oito meses) em indicar um substituto para o ministro aposentado Eros Grau.
De resto, ao protelar a distribuição das cadeiras do segundo escalão, Dilma rogou a petês e pemedebês que parassem de prover matéria-prima às manchetes.
Silenciaram as vozes. Porém, começaram a falar os dossiês. Órgãos como a Funasa e estatais como Furnas passeiam na praça com as víscera$ à mostra.
Dilma leva sobre Lula uma desvantagem. Não pode usufruir da desculpa da herança maldita. Condenou-se a continuar o legado. Inclusive nas parcerias indigestas.
O primeiro mês de Dilma serviu, assim, para eliminar uma ilusão que acomete todo presidente novo. A ilusão de que preside.
Por enquanto, Dilma foi presidida pela própria hesitação e pelos interesses contraditórios que a rodeiam.
Com a volta do Congresso, vai-se descobrir o que a oposição pretende fazer com ela. Antes, PSDB e DEM terão de decidir o que fazer consigo mesmos.

sábado, 29 de janeiro de 2011

A Política e a (má) fé caminham juntas .

video
                                Edir Macedo ensinando como extorquir os  fiéis.

Caças e caçadores.


A cubana Yoani Sánchez está se tornando um símbolo mundial da liberdade de expressão na internet. Proibida de ser lida em seu próprio país, de viajar para receber diversos prêmios internacionais, vigiada dia e noite, e agora sequestrada e espancada por agentes da polícia política, ela continua contando em seu blog como é a vida real em Cuba – que os meios de comunicação estatais, sovieticamente controlados, escondem.

Yoani é perseguida porque revela a realidade do cotidiano cubano, desmente mitos da propaganda oficial com fatos e fotos, ironiza e debocha dos dinoussauros no poder, é intolerável para qualquer ditadura. Pior, quanto mais famosa fica, mais difícil calá-la e encarcerá-la, por medo do clamor internacional. No clássico estilo oficial, é acusada de ser inimiga da revolução a soldo da CIA e do Império, embora viva modestamente e sequer tenha internet em casa, privilégio dos fiéis ao partido. Tem que fazer os seus posts de lan houses, que são proibidas aos cubanos, disfarçada de turista.

Os anticastristas fanáticos de Miami, que se nivelam em estupidez aos castristas da ilha, na tentativa de monopolizar a oposição ao regime, plantaram que Yoani fez um acordo com o governo e é usada para mostrar que há liberdade de expressão em Cuba. É ridículo: ela não pode nem ser lida na ilha.

Os velhos revolucionários nunca imaginaram enfrentar inimigo tão poderoso, a serviço do Império, por supuesto: blogs, twitters, sites, celulares, emails, satélites, que estão mostrando os desastres de 50 anos de revolução. Tudo que o governo cubano não tolera. Mas é um caminho que não tem mais volta, que nem armas, nem slogans e nem bravatas poderão conter.

Corajosa, logo depois da agressão, Yoani postou fotos de diversos agentes da repressão que vigiam seu apartamento e seus passos. Os arapongas foram flagrados no susto, alguns fugindo, outros cobrindo o rosto como bandidos presos, em flagrantes históricos de uma ditadura. A caça, armada de celular, passou a caçadora. Os secretas foram expostos, suas fotos circulam pela ilha, Yoani pergunta o que eles vão dizer a suas famílias.
Nelson Motta,  jornalista.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Projeto Musica na rua.

42ª Regata Colônia Z-8 de canoas a vela.


                                                          CLASSIFICAÇÃO

                                                CATEGORIA VELA INDIVIDUAL 

            CLASSIFICAÇÃO                    EMBARCAÇÃO                     TRIPULANTE

                1º LUGAR                               GERIPOCA                       HÉLIO MACUCO
                2º LUGAR                               ESTRELA                          ALESSANDRO     
                3º LUGAR                               MANU                              ELIZEU CORREA

                                                  CATEGORIA VELAS DUPLAS

            CLASSIFICAÇÃO                   EMBARCAÇÃO                    TRIPULANTE

                 1º LUGAR                             PIRIQUITA                             MICHEL

Na 42ª Regata da Colônia Z-8 aconteceu um fato inusitado.Devido as inconstantes rajadas de ventos, varias canoas naufragaram e por esse motivo na Categoria Duplas, apenas uma canoa conseguiu cruzar a linha de chegada sagrando-se a campeã.
Na categoria individual apesar dos incidentes, os vencedores 1º,2º,3º conseguiram cruzar a linha de chegada.


 
Devido aos incidentes, a organização da 42ª Regata decidiu realizar mais uma etapa do evento especificamente  na  categoria Velas Duplas   que será realizada no dia 30/01/2011(Domingo) a partir das 14:00 horas.

PROMOÇÃO; Colônia de Pescadores de Antonina e Prefeitura Municipal.
APOIO; Clube Náutico de Antonina.
Patrocinadores; Bahr e Neves Advogados Associados, Cristiana Uliana Advogados Associados, Lojas Real Brasil, Farmácia Hiperfarma, Mercado Zanetti, Supermercado Takassaki,Loja Pague Menos Tecidos, GB Materiais de Construção, Loja a Barateira, Mercado Oriente, Caixa Econômica Federal, Portalmaq - Máquinas , motores e equipamentos, Lunear Marítima, Vereador Hélio de Freitas Castro, Deputado Alexandre Curi, Deputado André Vargas.


quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Bairro da Penha pede Socorro.


Os moradores do bairro da Penha reclamam que desde o início da atual administração municipal o bairro  não recebeu nenhum trabalho de manutenção em suas ruas.
É do conhecimento de todos que empresa responsável pelo asfaltamento de algumas ruas  no bairro  da Penha deu início aos trabalhos e logo depois veio a abandonar a obra.Fato esse acontecido ainda na administração municipal anterior .

Depois de algum tempo e trabalho da admistração municipal atual ,a situação conseguiu ser revertida e se teve  a confirmação do órgão competente do Governo Estadual que a obra será concluída dentro do projeto inicial.A mesma situação acontece na localidade da Praia dos Polacos.Enquanto isso não se torna realidade se faz necessário uma ação urgente por parte da Prefeitura para a manutenção das ruas do Bairro ,onde os moradores não conseguem mais transitar nem mesmo com bicicletas.



Clipping .


Do Contas Abertas

Maior anunciante do país, o governo federal tem à disposição R$ 622,8 milhões para aplicar em publicidade neste ano. Deste valor, o equivalente a R$ 210,3 milhões referem-se a anúncios diretamente vinculados à Presidência da República, que tem o maior orçamento entre todas as pastas dos Três Poderes. Ao todo, 54 órgãos têm orçamento para anúncios neste ano. Na prática, é como se cada um dos 190,7 milhões de brasileiros tivessem que pagar R$ 3,27 para serem informados sobre os atos públicos.

Do Blog do Josias

Alckmin confia a ‘condenado’ cofre de R$ 2,5 bilhões

Chama-se José Bernardo Ortiz o novo presidente da FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação), órgão do governo de São Paulo.
Tucano, José Ortiz deve a nomeação ao governador Geraldo Alckmin. Na nova função, vai comandar uma arca anual de R$ 2,5 bilhões.
Dinheiro destinado à construção e reforma de escolas e ao custeio de projetos pedagógicos.
Pois bem. O repórter Fausto Macedo informa que o escolhido de Alckmin frequenta dez ações judiciais na condição de réu.
Desse total, oito ações foram alicerçadas na Lei da Improbidade. Absolvido em três, José Ortiz aguarda o julgamento de recursos da Promotoria ao TJ-SP.
Outros quatro processos esperam pela sentença de juízes de primeira instância. E há um caso em que o réu foi condenado.
Refere-se à contratação de servidores sem a realização de concurso público, em Taubaté. A despeito de negar a intenção de dolo, José Ortiz foi condenado em primeiro grau.
Recorreu ao TJ, que confirmou a sentença. Foi, então, a Brasília. Tenta reverter o infortúnio no STJ.
Em nota oficial, a assessoria de Alckmin escreveu: José Ortiz “é um homem público reconhecidamente honesto".
Acrescentou: “Sobre os processos em questão, todos eles ainda passíveis de recursos...”
“...É preciso ressaltar que foi explicitada, em mais de uma decisão, a inexistência de prejuízo ao erário e de enriquecimento ilícito".
Tome-se por verdadeira a nota do Palácio dos Bandeirantes. Nesse caso, os responsáveis pela condenação de José Ortiz decerto acreditam no seguinte:
Nada pode ser mais suspeito do que “um homem público reconhecidamente honesto”. 

Da Agência Brasil
O governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou para o governo da presidenta Dilma Rousseff R$ 128 bilhões em despesas pendentes. Desse total, R$ 27,8 bilhões representam a dívida que o governo federal tem com os municípios. Segundo o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, a maior parte se refere a transferências empenhadas aos municípios, mas não efetivadas.