segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

PARA A FAMÍLIA ANTONINENSE...BOAS FESTAS E UM FELIZ 2014


Este blog aproveitará as festas de fim de ano para tirar alguns dias de férias. 
Desejo para 2014,  muita  paz  e  saúde  para toda  a  família antoninense. Estaremos juntos. 

sábado, 14 de dezembro de 2013

Eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal para o ano de 2014. A vitória da nova política.

Aconteceu ontem,13/12, a eleição para a mesa diretora da Câmara municipal de Antonina para o período de 2014.
A pronta aprovação pelo Tribunal de Contas do Paraná,  das contas da Câmara Municipal, nos mandatos do seu atual presidente, Vereador Márcio Balera, referenda de maneira incontestável, a continuação deste e dos seus pares, para mais um ano à  frente daquela Casa de Leis. 
Muito importante também a vitória da chapa liderada pelo vereador Márcio Balera , quando se refere a continuação dos trabalhos direcionados a CEI da TRANSPETRO, iniciada neste ano.

O placar  7 x 4, apesar da pirotecnia "aprontada" pela chapa perdedora, foi tranquilo, e mostrou o reconhecimento da grande maioria dos vereadores quanto ao trabalho que vem sendo realizado nesses últimos anos.

Ao vereador Márcio, ao seus pares, e a todos os funcionários da Câmara Municipal , vão aqui os meus Parabéns.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

USINA PARIGOT DE SOUZA. MEDIDAS MITIGADORAS E COMPENSATÓRIAS.

A atuação da Comissão SOS Baia de Antonina instalada pela Câmara Municipal de Antonina em 2010, teve como um dos objetivos trazer à tona questões referentes ao posicionamento da COPEL quanto ao assoreamento  causado pelo funcionamento da Usina  Parigot de Souza.

Todos os esforços, naquele momento, eram no sentido de sensibilizar a COPEL e, amigavelmente, fazer com que a empresa  atuasse no sentido de executar um conjunto de medidas mitigadoras e compensatórias que seriam uma espécie de contrapartida pelos danos ambientais causados pela Usina na nossa Baia.  Um estudo realizado pela LACTEC foi analisado por um grupo capitaneado pela ADEMADAM , e ao final dos trabalhos, concluiu-se que a Usina era responsável por uma porcentagem (20 a 25%) do assoreamento que a nossa Baia era acometida.

Infelizmente, alguns oportunistas aproveitaram da publicidade destas informações e em uma ação de pura falta de responsabilidade, encamparam uma avalanche de ações judiciais individuais contra a Copel, causando assim, uma espécie de ducha de água fria nas tratativas iniciadas com a empresa.
Já que a 40 anos atrás essas questões ambientais foram, vamos dizer assim, pouco debatidas, a aproximação do vencimento da concessão da Usina Parigot de Souza e as inevitáveis negociações para a nova concessão, são as oportunidades que a coletividade antoninense terá para  colocar “os pingos nos is” quanto a essa questão.

É muito importante que a sociedade organizada chegue a um denominador comum quanto a elaboração de um documento reivindicatório direcionado a execução de um conjunto de medidas compensatórias e mitigadoras razoavelmente exequíveis, que visem contemplar e resguardar a população antoninense, não só nos dias de hoje, mas também, no futuro.
A informação que se tem é que na área rural essas medidas mitigadoras já  foram iniciadas pela COPEL. 
Uma frente de contenção da erosão causada pela abertura das comportas da Usina, esta sendo implantada em algumas propriedades naquela região. 
Outra situação que poderia ser trabalhada nesse sentido , é a dragagem periódica da Baía e o repovoamento da fauna marinha.

Reza a lenda, que essa ilha em frente ao Trapiche, surgiu após o inicio das atividades da Usina Parigot de Souza.
Já quanto a medidas compensatórias, eu particularmente entendo que estas devem ser baseadas em questões “socioambientais”, que podem ir da construção de creches para atender as famílias das populações atingidas mais diretamente pelos danos ao meio ambiente ( pescadores e trabalhadores rurais )  chegando até  porque não, a construção de ETE’S (Estações de Tratamento de Esgoto). 

Um trabalho direcionado à questão dos nossos resíduos sólidos, também seria interessante.
Tudo indica que a COPEL continuará administrando a Usina Parigot de Souza nos próximos anos e é evidente que essas medidas  não necessitam ser implantadas todas de uma só vez, mas, é imperativo que algumas  metas e objetivos, sejam estabelecidos no bojo deste documento.