quinta-feira, 22 de setembro de 2016

GESTÃO MUNIRA PELUSO. OBRAS INACABADAS + FALTA DE TRANSPARÊNCIA = INCOMPETÊNCIA , OU ; QUEM ANDA PRA TRÁS É CARANGUEJO.

Estamos a dez dias da eleição e as candidaturas á Prefeitura de Antonina já mostraram a que vieram.
Quando falamos do atual cenário eleitoral, a candidata Munira Peluso é a única no pleito majoritário de 2016 que já esteve à frente  do "conjunto administrativo da Prefeitura de Antonina”.
Nesse sentido um balanço crítico de suas gestões se faz mais do que pertinente, se faz necessário.

Munira Peluso iniciou a sua carreira política como Vice de Leopoldino de Abreu neto.

Em um primeiro plano é sempre bom lembrar que Munira Peluso foi também, vice - prefeita na gestão Leopoldino de Abreu Neto.
Os registros da história nos contam que Leopoldino de Abreu Neto, quando da sua tentativa de reeleição , teve a sua candidatura cassada por conta de irregularidades graves na gestão.

MUNIRA PELUSO RECEBEU RECURSOS FINANCEIROS QUE NENHUM OUTRO GESTOR RECEBEU.

Outro diferencial em comparação com os outros gestores, é que Munira Peluso foi a única que contou com recursos extras em sua passagem frente a Prefeitura de Antonina (período 2000 a 2004).
Esse é um ponto importantíssimo e que geralmente “passa batido” quando se faz um comparativo das gestões dos ex-prefeitos e as gestões da ex - prefeita.

Quando falamos em recursos extras, falamos de recursos financeiros que não estavam previstos no orçamento do município, recursos que nenhum outro prefeito na história recente de Antonina, teve em caixa para administrar a cidade.

MULTA MILIONÁRIA, NENHUM TAC ENCONTRADO.

Estamos falando de multa milionária que a Prefeitura de Antonina aplicou à Petrobras por conta do acidente ambiental na Serra do Mar.
Nenhum outro gestor municipal contou com uma turbinada financeira dessas proporções em seu tempo de mandato.
O noticiário aponta para uma multa fixada em 50 milhões de reais em valores de 2001.
Na Câmara Municipal, principal órgão fiscalizador do município, não se tem nenhum documento sobre o milionário acordo entre Prefeitura de Antonina, entidade que segundo o noticiário aplicou a multa, e Petrobrás, a empresa multada.
Para o espanto de muitos, o acordo sobre o pagamento da multa de 50 milhões de reais foi estranhamente abafado.
Somente convênios entre as partes, Prefeitura/Petrobrás, foram enviados para o acompanhamento da Câmara, onde nenhum deles foi redigido como convênio originário de acordo referente a multa.

CONTRATO  DE INTERESSE  PÚBLICO COM  CLÁUSULA DE SIGILO E CONFIDENCIALIDADE. MUNIRA PELUSO ASSINOU.
Para completar o repertório de absurdos nessa questão da milionária multa ambiental, a ex Prefeita Munira Peluso assinou em acordo com a Petrobrás, contratos, onde constam clausulas de sigilo e confidencialidade de 20 anos na divulgação de informações.
Um absurdo administrativo, uma falta total de transparência , onde só uma pergunta nos vem a cabeça; Qual o propósito desse ato?


GESTÃO QUE MARCOU O INÍCIO DO  CICLO DAS OBRAS INACABADAS, O INÍCIO DO CICLO DAS OBRAS QUE NUNCA FUNCIONARAM.

Não há como negar que foi nesse modelo de gestão que se iniciou em Antonina, um ciclo de obras que nunca funcionaram, um ciclo das OBRAS INACABADAS.

Quem não lembra do nosso MERCADO MUNICIPAL FECHADO?
Foto Eduardo Nascimento
Foto Eduardo Nascimento
O Mercado Municipal, um importantíssimo equipamento turístico do município, ficou  por vários anos fechado e foi entregue ao gestor sucessor assim; inacabado e abandonado. 

A obra inacabada da QUADRA POLIESPORTIVA DO BATEL. 
Uma obra que nunca atingiu o objetivo proposto, se transformando simplesmente em um arremedo de quadra poliesportiva, uma verdadeira gambiarra.

A obra que nunca funcionou, a obra da REDE COLETORA DE ESGOTO.

O convênio SIAFI 391165 , teve seus valores (300 mil reais à época), integralmente liberados ao convenente Prefeitura Municipal de Antonina, na data de 06/11/2000.
O período de vigência do convênio se iniciou em 20/01/2000, ultimo ano do primeiro mandato da então Prefeita, e expirou em 30/09/2002, segundo ano do  segundo mandato de Munira Peluso, configurando dessa maneira que a obra teve somente um gestor municipal durante esse período.

Outro aspecto importante dessa "não funcional obra", fica por conta do início da vigência do convênio, e o final do mandato da então prefeita.  
Foram praticamente 5 anos para entregar esta obra funcionando.
Ao frigir dos ovos, nenhuma unidade domiciliar foi ligada a essa rede coletora de esgoto. 

A obra que deveria atender a coletividade nunca funcionou.

AS REFORMAS  SEM FIM NO VELHO HOSPITAL.

Quem não lembra das infindáveis e infrutíferas reformas no velho hospital? Quem não lembra do CENTRO CIRÚRGICO  que nunca atendeu a coletividade antoninense, também nunca funcionou.

MODELO DE GESTÃO MUNIRA PELUSO JÁ FOI  REPROVADO PELA COLETIVIDADE ANTONINENSE.

Mesmo favorecida com essa milionária turbinada financeira nos cofres municipais, a gestão Munira Peluso ficou marcada por um vasto repertório de incompetência e falta de transparência.
A maior prova de reprovação dessa desastrosa gestão está registrada nas urnas.
O modelo Munira Peluso de governar já foi reprovado 2 vezes pelas urnas.
A  ex - gestora ao participar das duas ultimas eleições municipais foi, de maneira inapelável, reprovada pelo eleitor antoninense.

INCOMPETÊNCIA, FALTA DE TRANSPARÊNCIA, E CRIAÇÃO DOS PROGRAMAS SOCIAIS, DECRETARAM O FIM DA ERA DO ASSISTENCIALISMO E CLIENTELISMO.
A derrocada eleitoral da ex - gestora, além da incompetência administrativa e a falta de transparência, coincidiu com a implantação dos programas sociais do governo federal (2001 – 2002).
Com esse evento, o clientelismo e o assistencialismo, marca registrada da gestão Munira Peluso, foram duramente golpeados.

Nesse sentido fica claro que o Modelo de gestão Munira Peluso não serve de parâmetro positivo para nenhum outro gestor.
É incontestável o fato que foi nesse período, nessa gestão, que a cidade de Antonina entrou em um ciclo de decadência e retrocesso.

domingo, 18 de setembro de 2016

VELHAS PRÁTICAS , VELHOS GESTORES, ANTONINA NÃO MERECE...


O assistencialismo, na prática política, é muito danoso para toda a sociedade. Para a população carente, se apresenta como uma dádiva. Fato que revela cruel impostura, posto que o direito da população lhe é apresentado como uma benevolência, um ato de favor.
A pobreza no Brasil é explorada como objeto para a caridade e não como consequência de direitos violados. Mascara os problemas sociais e permite a presença do fisiologismo e da demagogia na relação com os eleitores.
Contribui, ainda, num processo perverso, para a falta de organização nas camadas sociais menos favorecidas, o egocentrismo e a não conscientização política do povo, mantendo-o no obscurantismo e alienado. Não soma para que o povo desenvolva uma massa crítica, a partir da informação e conscientização política.
Os políticos que praticam o assistencialismo, cometem na realidade uma fraude contra a sociedade na medida em que, apropriando-se da ineficiência do Estado na consecução das suas responsabilidades e atividades constitucionais, ocupam o espaço “prestando o serviço” e locupletando-se eleitoralmente disto, quando, na verdade, deveriam estar atuando politicamente no fortalecimento do Estado para que este tenha as condições necessárias para cumprir a sua tarefa institucional, suprindo as carências da população e universalizando o direito ao bem estar social.http://www.tribunadainternet.com.br/o-assistencialismo-eleitoreiro/
Por TUTUCA,
Os programas sociais e os recursos para o atendimento da população sempre existiram, afinal é também para esse fim que pagamos os nossos impostos. 
Contudo, qualquer político no exercício de seu cargo, deve usar das ferramentas legais e os espaços apropriados para atender a população. Para isso existem os Centros Sociais, e as Secretarias competentes. 

O assistencialismo eleitoreiro além de configurar compra de votos,  é uma prática nefasta sob qualquer ponto de vista, principalmente quando se usa do gabinete de uma Prefeitura para explorar um curral eleitoral.

Em tempos de campanha eleitoral essa prática desonesta já tão usada pelos velhos gestores, se acentua com a aproximação do dia de votação,  nos mostrando que mesmo com o passar do tempo , eles não se reciclaram, eles não tem nada a nos ensinar, eles não evoluíram.

 Velhas práticas, velhos gestores, ANTONINA NÃO MERECE.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

CANDIDATURA MUNIRA PELUSO/PPS, RECEBE NOTÍCIA DE INELEGIBILIDADE.

Atualizado
Dentre as candidaturas ao pleito majoritário protocoladas para o município de Antonina, e aguardando julgamento pelo TRE/PR/TSE, a única que apresentou notícia de inelegibilidade foi a candidatura Munira Peluso do PPS.

Veja o que diz o TSE sobre Notícia de Inelegibilidade:

Eleitor pode propor notícia de inelegibilidade contra candidaturas irregulares

A ação de impugnação de candidatura pode ser proposta apenas por legitimados, como o Ministério Público Eleitoral (MPE), partidos, coligações e candidatos. Mas o que poucos sabem é que a legislação permite ao cidadão, no pleno exercício dos direitos políticos, propor, sem que seja representado por um advogado, uma notícia de ausência de condição de elegibilidade. Também pode propor uma notícia de incidência em causa de inelegibilidade.
Na prática, o cidadão que identificar alguma irregularidade na candidatura de um político pode apresentar à Justiça Eleitoral uma “petição fundamentada em duas vias, explicando que o candidato x está na lista do TCU [Tribunal de Contas da União] ou tem condenação por improbidade administrativa”, exemplifica o assessor Especial da Presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Alfredo Renan Dimas e Oliveira. A petição pode ser apresentada também ao MPE e, no caso dos municípios, aos promotores eleitorais.
Depois de protocolada a notícia, o juiz que receber o caso dará prosseguimento à instauração da notícia. “O juiz junta a notícia nos autos do pedido de registro [de candidatura] e intima o candidato para manifestação. A instrução do processo segue, no que couber, a regra da ação de impugnação do registro”, diz o assessor. O juiz poderá pedir ainda alguma diligência para verificar a veracidade do que está sendo alegado na notícia. Depois, proferirá sua sentença, pelo deferimento ou indeferimento do registro da candidatura.
Na hipótese de não ser aceita a notícia, não há previsão para que o eleitor possa recorrer da sentença. No entanto, ao reconhecer repercussão geral no Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) nº 728188, o Supremo Tribunal Federal (TSE) firmou o entendimento de que o MPE, como fiscal da lei, tem legitimidade para recorrer de decisão que deferiu o registro de candidatura, mesmo que não tenha apresentado impugnação. Essa decisão já valeu para as Eleições 2014.
Existe ainda a possibilidade de, mesmo sem a impugnação ou sem a notícia, o juiz conhecer, de ofício, uma causa de inelegibilidade, quando ciente por outra forma. Um exemplo é quando a autoridade tem ciência pelos jornais de que determinado candidato ao cargo de prefeito tem condenação criminal proferida por órgão colegiado.
RC/LC

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

RECORD DE VISITAS. BLOG DO TUTUCA , A CASA É SUA.

Atingimos na data de ontem o record diário de visitas no Blog. 
Mais de 1000 visitas foram registradas no contador , ultrapassando a marca de Outubro de 2012, onde 980 visitas foram registradas.
Agradeço a todos pela confiança, e continuem a prestigiar o Blog do Tutuca.