sexta-feira, 24 de julho de 2015

OBRAS INACABADAS; JUSTIÇA DECRETA INDISPONIBILIDADE DE BENS DE EX PREFEITO.


O Ministério Público Federal (MPF) em Uberlândia obteve decisão judicial que decretou a indisponibilidade de bens do ex-prefeito de Indianópolis, Renes José Borges Pereira. Segundo a decisão, o bloqueio, até o limite de R$ 145.033,17, visa garantir futuro ressarcimento aos cofres públicos de prejuízos decorrentes de irregularidades cometidas pelo ex-prefeito na execução de dois convênios firmados com órgãos federais. Veja a matéria completa aqui.

Por Tutuca...

Se a moda pega alguns  ex prefeitos, e ex prefeita de Antonina,  irão se incomodar em um futuro bem próximo .
De uns tempos pra cá, a paisagem da cidade está sendo contemplada com um considerável número de obras inacabadas.  
As "OI" (Obras inacabadas) vão desde a construção da rede coletora de esgoto e estação elevatória (orçada em 300 mil reais) obra que efetivamente nunca cumpriu a sua função, passam pelo ginásio de esportes em frente ao 29 de maio,  Casa da Cultura, e a maior e mais cara delas, a obra da TRANSPETRO.
É bom lembrar que quanto a obra da TRANSPETRO, o atual prefeito  também foi solidário no pagamento e fiscalização,  portanto, em caso de uma representação contundente no MP não será surpresa em um futuro próximo este também constar nesse tipo de lista.
O dia a dia dos noticiários nos fazem crer que a obra da TRANSPETRO dificilmente será concluída de acordo com o seu projeto original. 
Algumas dessas obras se assemelham na questão dos recursos que, indistintamente, aportaram em sua totalidade nos cofres do município, mas para o prejuízo da coletividade as obras não cumpriram o seu propósito principal; atender a população. 
A única " inacabada" que não contou com recursos federais foi a obra do ginásio de esportes, cujos recursos tiveram como origem a Secretária de Educação do Município. 
As obras inacabadas que  tiveram como fonte de recursos os convênios federais  poderão ser representadas por qualquer cidadão no MPF (Ministério Público Federal).   
Como a matéria acima sinaliza, o MP federal vem se mostrando mais eficiente na condução e na punição de ex prefeitos que geralmente em final de mandato, recebem os recursos e não finalizam as obras. 
Está na hora de frear essa  prática de se iniciar obra e não concluir. Para uma cidade de poucos recursos, que é o caso de Antonina, esse tipo lesivo de gestão pública é simplesmente inaceitável. 
Pontos de monitoramento do fluxo de esgoto que hoje se encontram abertos ou foram concretados pela população.
Lagoa de decantação de esgoto. Nunca funcionou. Obra de 2002.
Entre outras frentes "não realizadas" da obra da TRANSPETRO, estão as calçadas da avenida Conde Matarazzo.

terça-feira, 14 de julho de 2015

FESTIVAL DE INVERNO, SHOW, MUITA CHUVA, E ; ABERTURA É NO SÁBADO.


http://www.proec.ufpr.br/festival2015/links/_ultimas.html
O último domingo (12) marcou o início do 25º Festival de Inverno da UFPR em Antonina. A chuva de granizo não impediu que centenas de pessoas se reunissem nas ruas de pedra para o festival. Às 18h, a Orquestra Filarmônica da UFPR e o Coro da UFPR dividiram o público entre o Theatro Municipal e a Igreja de São João Batista. Depois, a Solenidade de Abertura contou com o Reitor Prof. Dr. Zaki Akel Sobrinho, a Pró-Reitora de Extensão e Cultura Profa. Dra. Deise Cristina Lima Picanço e o Coordenador de Cultura Prof Dr. Ronaldo de Oliveira Corrêa.

A Big Time Orchestra prometeu e cumpriu no show de abertura. Ecléticos, dançantes e vestindo ternos prateados, os músicos se apresentaram durante 2h, deixando o público empolgado com o repertório. 
De forma natural, a Big Time Orchestra ia de Jorge Benjor a Nirvana num piscar de olhos: havia espaço para todos cantarem junto. “Choveu pedra e o pessoal ficou assistindo. Pra nós, foi um presente! Nos sentimos importantes... e molhados”, disse o vocalista Franco Calgaro. Ele se manifestou também sobre a proposta do Festival. “[Ser convidado] foi muito bacana, pela iniciativa do Festival. 25 anos é uma vida, trazendo arte e música de graça para a cidade”, comentou, animado, após o fim do show, “foi surpreendente!”. 

Por Tutuca.

Irretocável o Show proporcionado pela Big Time Orchestra na abertura do 25º Festival de Inverno de Antonina.
Mesmo embaixo de muita chuva e trovoadas, a consagrada Banda  juntamente com toda a organização do evento,  não deixou  a “peteca cair”. Verdadeiros guerreiros.
Não é de hoje que o pessoal da UFPR, vem matando um leão por dia para que o evento se realize em nossa cidade. Não é de hoje também,  que o município de Antonina vem deixando a desejar na questão de um maior e efetivo apoio ao Festival .
A título de sugestão e sabedor das dificuldades na realização do evento, acredito que não se deve abrir mão do dia de sábado como dia de abertura dos shows, principalmente no palco.
Muitas pessoas de outras cidades  vieram  até Antonina nesse dia para prestigiar a abertura do Festival. 
Sem dúvidas, muita gente foi embora com um gostinho de decepção.
O sábado, como dia de abertura e encerramento do evento, já se tornou tradição.
Acredito que a competente organização do evento já tenha “diagnosticado”  essa insatisfação do já fiel público do Festival de Inverno de Antonina.
Um abraço a todos e fiquem na paz.

terça-feira, 7 de julho de 2015

PMDB DE MORRETES REALIZA ENCONTRO REGIONAL.

O Diretório Municipal do PMDB de Morretes promoveu no sábado (4) encontro para discutir o projeto de renovação partidária com a presença do deputado federal João Arruda e do senador Roberto Requião, do deputado estadual Anibelli Neto, do secretário-geral do PMDB Paraná Sergio Ricci, do presidente local do PMDB Sergio Luiz Lissa e outras autoridades, filiados e simpatizantes. 
O encontro foi na sede do Cruzeiro Esporte Clube. Na abertura, o deputado federal João Arruda falará falou sobre a renovação partidária e a reforma política. O senador Roberto Requião falou avaliando a atual conjuntura política do país. 
O evento também contou com a filiação de novos companheiros ao PMDB de Morretes. 

terça-feira, 30 de junho de 2015

COPEL, ADEMADAM, MINISTÉRIO PÚBLICO, E A REVISTA 4 RODAS.

Lendo o Jornal dos Bairros - edição 362 - dei de cara com uma matéria onde a ADEMADAM reclama da COPEL por conta da suspensão do horto florestal mantido pela Companhia Paranaense de Energia , uma espécie de parceria fechada entre a ONG e a COPEL. 
A matéria cita que o horto mantido pela COPEL seria uma medida compensatória da empresa em razão dos danos ambientais causados pela Usina Parigot de Souza em nossa cidade. 
Não vou entrar no mérito da questão, até porque sabemos que existe uma carta da Copel sugerindo um TAC  - Termo de Ajuste de Conduta, onde esta se propõe a fazer parcerias com Ongs, moradores do entorno e o município de Antonina.  
Na prática tudo não passou de uma simples carta de intenções que coloca a Copel em uma situação confortável de celebrar e cancelar  parcerias ao seu bem entender.
No mundo real o fato é que não existe nenhuma medida compensatória ou mitigadora formalmente estabelecida quanto a necessária contrapartida sócio ambiental da COPEL para com o município de Antonina. Nenhuma meta, nenhum compromisso firmado, nada.
Essas medidas, todos sabemos, deveriam ser estabelecidas através de audiências públicas convocadas pela COPEL onde o EIA/RIMA  deveria ser  amplamente discutido, e concebido, com a efetiva participação da sociedade organizada, e afetados.   
Com o repentino rompimento da parceria, a ADEMADAM resolveu convocar o MPPR e mobilizar toda a classe política de nossa cidade.

Alguns reais aspectos dessa pendenga...

Não restam dúvidas que a COPEL continua fazendo cara de paisagem para o passivo ambiental da Usina Parigot de Souza, indicando que teremos mais 40 anos de “vácuo” no compromisso sócio ambiental que a empresa possui para com a nossa cidade.
Já a ADEMADAM bem que  poderia optar por um posicionamento mais linear no trato dessa questão.  
Condicionar qualquer ação fiscalizadora,ou mobilizadora, ao sucesso de parcerias de questionáveis resultados práticos, fica um tanto quanto estranho. 
Como a COPEL ao longo desses anos vem claramente se esquivando de suas responsabilidades,  não será com esse tipo de acordo "tábua de maré" (vem e vai), que se irá resolver essa arrastada situação.

Ministério Público enxugando gelo...

Já escrevi sobre a equivocada maneira que o Ministério Público vem conduzindo a questão.
Estabelecer uma  cota de responsabilidade para a COPEL quanto ao prejuízo ambiental causado pela Usina Parigot de Souza é uma estratégia que só tem um único e claro objetivo; protelar qualquer  medida efetiva para a situação.
O caminho a ser seguido, pelo menos essa é a minha opinião, seria exigir o cumprimento da Lei, portanto que a COPEL confeccione o EIA/RIMA para que com isso fossem discutidos e formalizados (preto no branco) os termos  referentes as medidas mitigadoras e compensatórias do empreendimento.

Quem poderia também exigir o cumprimento da Lei seria a ANEEL...

Exigir a apresentação do EIA/RIMA no processo licitatório a ser realizado no 2º semestre de 2015 seria uma maneira de tirar a COPEL ou qualquer outra concorrente, de uma  visível área de conforto. 
Como já escrevi em outra matéria, aqui, existem alguns entendimentos que o edital do processo licitatório que será conduzido pela ANEEL, e que abrirá concorrência  para a concessão da Usina para as próximas décadas,  não deveria ser lançado sem a apresentação do EIA/RIMA. Afinal, contratar sem antes saber qual o custo ambiental, e sócio ambiental do empreendimento, é contra tudo o que as leis ambientais defendem nos dias de hoje. 

Se dependermos da questão política pouca coisa vai avançar... 

Nesses últimos anos, os detentores do poder em nossa cidade  nada de efetivo fizeram no sentido de debater essa questão. 
Salvo raras exceções, a classe política está  nesse momento mais interessada nos lançamentos automotivos - 2015/2016 - da Revista 4 Rodas. 

Um abraço a todos, e fiquem na paz.

sábado, 27 de junho de 2015

IDEOLOGIA DE GÊNERO, OU; EDUCAÇÃO SEXUAL COMPULSÓRIA?

Rodrigo Constantino  http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/cultura/identidade-de-genero-uma-educacao-sexual-compulsoria-e-absurda/                                                           08/06/2015 
às 13:21 \ CulturaEducação
Ninguém nasce homem e ninguém nasce mulher. Tais conceitos de gênero são apenas uma “construção social”. Devemos, portanto, ser “neutros” em relação aos meninos e meninas, pois falar em menino já seria um preconceito de gênero. É o que dizem aqueles que negam a biologia. Tamanho absurdo seria apenas motivo de riso, não fosse o fato de ganhar cada vez mais espaço em nossas escolas, a despeito do Plano Nacional de Educação ter deixado de fora a menção à “igualdade de gênero”. Os progressistas, por meio dos governos municipais, indo contra a democracia, ignoram a lei e tentam impor sua visão de mundo. 
É o que relata Carlos Alberto Di Franco em sua coluna de hoje no Estadão:
O que está por trás de tudo é a tentativa, mais uma, de impor às crianças a ideologia de gênero. Simples assim. Mas, afinal, o que vem a ser essa teoria autoritária? Trata-se da distorção completa do conceito de homem e mulher, ao propor que o sexo biológico seria um dado do qual deveríamos libertar-nos em busca da composição livre e arbitrária da identidade de gênero. É uma ideologia que defende a absoluta irrelevância dos dados biológicos e psíquicos naturais na construção da identidade da pessoa humana, considerando o gênero de cada indivíduo como uma elaboração puramente pessoal. É isso que pretendem ensinar às crianças. De modo dogmático e compulsório.
[...]
A ideologia de gênero traz diversos inconvenientes para a educação: 1) a confusão causada nas crianças no processo de formação de sua identidade, fazendo-as perder as referências; 2) a sexualização precoce, na medida em que a ideologia de gênero promove a necessidade de uma diversidade de experiências sexuais para a formação do próprio “gênero”; 3) a abertura de um perigoso caminho para a legitimação da pedofilia, uma vez que a “orientação” pedófila também é considerada um tipo de gênero; 4) a banalização da sexualidade humana, dando ensejo ao aumento da violência sexual, sobretudo contra mulheres e homossexuais; 5) a usurpação da autoridade dos pais em matéria de educação de seus filhos, principalmente em temas de moral e sexualidade, já que todas as crianças serão submetidas à influência dessa ideologia, muitas vezes sem o conhecimento e o consentimento dos pais. Trata-se, sem dúvida, de uma violência arbitrária do Estado.
Não resta mais a menor dúvida de que esses movimentos de “minorias” se transformaram em algo bem diferente daquilo que os inspirou no começo. O pêndulo exagerou para o outro lado, extrapolou qualquer limite do razoável. Tornaram-se movimentos intolerantes, autoritários, dogmáticos. A Parada Gay é prova disso. O único intuito parece ser chocar, desrespeitar a crença alheia, de forma infantil e arrogante, até agressiva. Colocar um Cristo homossexual sendo beijado por outro homem não é defender uma causa nobre, mas desrespeitar milhões de fiéis. Tudo em nome da tolerância!
A “ideologia de gênero” é um desses filhotes extremistas dos movimentos de “minorias”, que acaba por ir contra as próprias minorias. Não é difícil entender o motivo, já apontado por Di Franco: se ninguém nasce menino ou menina e é tudo uma questão de “construir o gênero”, então o gay e a lésbica poderiam ser diferentes, poderiam “construir seu gênero” de acordo com o padrão normal, predominante. Aparentemente contra um preconceito, esse discurso acaba dando armas aos preconceituosos, que poderiam lutar pela “cura” dos homossexuais.
Tudo isso é muito triste, pois acaba alimentando uma reação de intolerância do outro lado, fomentando o próprio preconceito. Se a Parada Gay fala em nome dos homossexuais e esses defensores da “identidade de gênero” falam em nome das “minorias”, então elas não precisam de inimigos, de Bolsonaro ou Malafaia ou Feliciano. Com “amigos” assim, qualquer pessoa de bom senso se afastaria desses grupos. Eles prestam um enorme desserviço aos homossexuais que alegam defender.
Educação sexual é coisa séria, não um instrumento de ideologia de gente autoritária com graves questões pessoais que deveriam ser tratadas num divã. É absurdo tratar os filhos dos outros como cobaias para seus experimentos ideológicos. É absurdo dizer para uma criança, em sala de aula, que o fato de ela ter nascido menino ou menina não quer dizer absolutamente nada, e que ela irá construir sua própria “identidade de gênero” da forma que lhe convier. Que façam tal discurso para seus próprios filhos, mas deixem os nossos de fora disso!

quarta-feira, 24 de junho de 2015

NOVO HOSPITAL... AGORA VAI!


Agora vai...
Depois de muita cobrança, a 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Antonina expediu recomendação administrativa à Prefeitura Municipal de Antonina impedindo a prorrogação de contrato de locação do velho prédio da maternidade onde hoje se encontra o Hospital de Antonina. 
Nessa mesma recomendação a promotoria cita a intenção do Executivo Municipal em prorrogar por mais 3 meses tal contrato de forma a "promover reinauguração" configurando nítido propósito de promoção pessoal. 
Essa intenção do Executivo municipal não era novidade para mais ninguém. 
A mesquinharia política/eleitoral em detrimento da saúde da população já havia sido registrada aqui no blog na matéria do link abaixo.  Muito triste.


Fotos face do Vereador Márcio Balera.

terça-feira, 16 de junho de 2015

SAMAE AINDA NÃO RESPONDEU, E LANCHES TUTUCA - ANO 28.

Mesmo depois de passadas duas semanas da denúncia de vereadores sobre a brusca diminuição da fatura de água paga pelo Terminal Ponta do Felix, de; 20 mil/mês, para 4 mil/mês - 80%, a Autarquia Municipal ainda não divulgou nem uma simples nota de esclarecimento à população.   Uma total falta de respeito á coletividade antoninense.
Como o diretor do SAMAE não se dispôs de maneira espontânea a esclarecer a situação ,  o plenário da Câmara aprovou por unanimidade na última terça 08/06, o requerimento 127/2015 do vereador Alceu Salgado , solicitando a planilha dos pagamentos efetuados pelo TPPF ao SAMAE nos anos de 2013/2014, e os meses de 2015.  Não se esperava outra atitude dos vereadores.
Levando-se em conta que o histórico de faturas pagas pelo Terminal são arquivos de fácil disponibilização,   seria providencial por parte do SAMAE  dar celeridade e publicidade a tais informações.
A situação da maneira que se encontra sugere uma eminente e considerável perca de receita para autarquia que como sabemos, vem, já a algum tempo, mal das pernas quando a questão é investimento na melhoria do serviço.
Não só isso... Caso se confirme essa redução de 80% na fatura de água do TPPF,  ficaria um tanto quanto difícil para o SAMAE explicar a “bondade”,  já que com a coletividade em geral vem acontecendo uma situação totalmente  inversa. 
Mesmo com o pífio desempenho no abastecimento de água ,  o que se vê ao final do mês é  a fatura  só aumentar. Pelo menos até a publicação desta postagem nenhuma resposta foi apresentada à população. Aguardemos...

Homenagem da ALEP.

Quero agradecer ao Deputado Alexandre Curi, e toda a mesa diretora da ALEP pela homenagem prestada a esse que vos escreve. 
Agora em  Julho de 2015 estarei completando 28 anos de trabalho ali na praça  Cel . Macedo, onde conquistei não só o carinho de uma clientela,  mas principalmente a amizade dos antoninenses.

terça-feira, 9 de junho de 2015

PREFEITURA ENDIVIDADA, E A EVENTUAL 'GENEROSIDADE' DO SAMAE.

O Vereador Givanildo Cabral publicou em sua página no face,  alguns dados sobre a situação financeira atual da Prefeitura de Antonina.

Além da Prefeitura  já ter estourado em muito o limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal para gastos com pessoal,  o paço municipal ainda contraiu uma dívida  inexplicável de quase 8 milhões de reais. 
Quem vem sofrendo na carne é o funcionalismo público. Os cortes nas horas extras e vantagens são alguns dos reflexos dessa situação.
O pior... Os serviços públicos,  mesmo os terceirizados estão e não é de hoje, deixando a desejar.
Ao que parece a situação já virou rotina...O pessoal da coleta separa o lixo, mas o caminhão (terceirizado) simplesmente não passa.


SAMAE...UMA MÃE PARA O TERMINAL PONTA DO FELIX?                                                                                                                                  
O vereador Jakson Clayton de Paula fez denúncia gravíssima no plenário da Câmara, sobre a questão da fatura de água paga pelo Terminal Ponta do Felix.
Segundo o vereador, o Terminal teve sem justificativa plausível, a sua conta reduzida de 20 mil reais mês  para 4 mil reais mês , situação que segundo Jackson , estaria gerando sérios prejuízos à população. https://www.youtube.com/watch?v=cxuSc1sX5vs – minuto 6:00 em diante.
Obviamente  que tal situação precisará ser imediatamente esclarecida pela diretoria do SAMAE , e  este blog como de costume estará a disposição para os necessários esclarecimentos.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

#MAIORIDADE PENAL. OPINIÕES E OPINIÕES...

Congresso em foco.

/http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/especialistas-contra-a-reducao-da-maioridade-penal/


A possibilidade de reduzir a maioridade penal no Brasil dividiu a opinião de especialistas e senadores que participaram nesta segunda-feira (3) de uma audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Para especialistas da área penal, a redução é inadequada e inconstitucional. No entanto, parlamentares defenderam que a idade penal deve sim ser alterada para combater a criminalidade no país.

Para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Furtado Coêlho,  a redução da maioridade penal não é uma solução. Ele acredita que a modificação reduziria os direitos individuais dos jovens. “Entendemos que é flagrantemente inconstitucional a redução da maioridade penal. A maioridade penal é um direito nacional por excelência. A emenda não supera a análise da inconstitucionalidade”, explicou.
Na visão de Marcus Vinícius, a medida não “é adequada ao fim que se destina, que é reduzir a criminalidade”. Ele critica a falta de cumprimento pelo Estado de deveres básicos como a aplicação integral do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), além da melhora do sistema carcerário. “O Estado, que não tem políticas de educações e saúde, de lazer, que inclui o desporto, que não possui uma política de entrada deste adolescente no mercado do de trabalho [...] não tem sistema para reeducar, possui a legitimidade para diminuir a maioridade penal? E tratar os menores de 16 como adultos?”, questionou.
No mesmo sentido, a procuradora da República Raquel Dodge,  também alertou os senadores para a inconstitucionalidade da redução da maioridade penal. Segundo Raquel, a Constituição veda a deliberação de propostas tendentes a abolir direitos e garantias individuais, o que seria o caso da inimputabilidade de menores de 18 anos.
“No momento em que a Constituição assume como regra a maioridade penal, ela dá o direito ao jovem de ser punido apenas quando for adulto. A Constituição diz que não será permitido emenda que deseja abolir os direitos individuais. Torná-los imputáveis subtrairia um direito que é deles hoje”, afirmou.
Responsabilidade do Congresso
No entanto, para o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), autor de uma das propostas de emenda à Constituição em discussão na CCJ, o argumento da incostitucionalidade não pode prevalecer. O tucano entende que a alteração da Constituição é responsabilidade do Congresso e por isso os parlamentares precisam deliberar sobre o tema. Ele defendeu que a ideia de que uma pessoa só adquire discernimento aos 18 anos “não pode fazer sentido”.
Relator da proposta na CCJ, Ricardo Ferraço (PMDB-ES) acrescenta que o debate não pode ficar restrito à questão da inconstitucionalidade da redução da maioridade penal. “Discordando daquelas que acham que o Senado não deve discutir o assunto, temos que discutir sim. Estamos diante  de uma legislação que está perpetuando o sentimento da impunidade.
Propostas
Três propostas de emenda à Constituição estão prontas para serem votadas pela CCJ. Duas flexibilizam a maioridade de acordo com a gravidade do delito, e uma terceira impõe a idade de 16 anos para que alguém seja considerado julgado e punido como adulto. As matérias tramitam em conjunto e têm como relator o peemedebista do Espírito Santo.
Apenas uma delas já tem relatório pronto. De autoria do senador Aloysio, a PEC 33/12 restringe a redução da maioridade penal para 16 anos apenas em casos de crimes de alta gravidade, como tortura, terrorismo, tráfico de drogas, homicídio por grupo de extermínio, homicídio qualificado e estupro. Para ser punido, o adolescente será analisado por uma vara de infância e de juventude que analisará o caso. Um juiz faria a avaliação, a partir de laudos técnicos de especialista, para saber se quem cometeu a infração tinha pleno discernimento para julgar o ato cometido. Caso o juiz considere que o adolescente tinha plena consciência do que fez, seria então, aplicada a lei penal a ele.
Já o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) defende na PEC 74/2011 que quem tem 15 anos também deve ser responsabilizado penalmente na prática de homicídio doloso e roubo seguido de morte, tentados ou consumados. A PEC de Gurgacz, no entanto, não tem o apoio do relator.
A terceira PEC sobre maioridade em análise na CCJ (PEC 83/2011) é mais ampla que as duas anteriores. O texto, apresentado pelo senador Clésio Andrade (PMDB-MG), estabelece o limite de 16 anos para qualquer tipo de crime cometido. Clésio propõe uma nova redação para o artigo 228: “A maioridade é atingida aos 16 anos, momento a partir do qual a pessoa é penalmente imputável e capaz de exercer todos os atos da vida civil”. A proposta também não foi acolhida pelo relator Ferraço.

sábado, 30 de maio de 2015

QUANDO O ÓBVIO FAZ A DIFERENÇA.


Avenida Conde Matarazzo...
Depois de quase 3 anos de conclusão da pista, depois de inúmeros acidentes (inclusive com morte), depois da atuação do Ministério Público, a avenida Conde Matarazzo ( trecho da Obra da Transpetro ) está sendo enfim sinalizada. 
Não restam dúvidas que se alguma coisa referente a esta obra ainda está (mesmo que porcamente) se realizando, é pela ação fiscalizadora de alguns que cobraram que a extensa pista tivesse o mínimo, o patente, o óbvio... SINALIZAÇÃO...
Com a pista devidamente sinalizada a Polícia Militar poderá ao menos enquadrar os infratores. Antes nem isso...

Relembrando...

http://celsowistuba.blogspot.com.br/2014/03/avenida-conde-matarazzo-em-ritmo-de-br.html


sexta-feira, 29 de maio de 2015

REFORMA POLÍTICA - RESUMO DA SEMANA.


A reforma política entre avanços e recuos: coligações em proporcionais estão mantidas; cláusula de barreira tímida é aprovada.
Por Reinaldo Azevedo
Olhem aqui, meus caros, a disposição do Congresso — da Câmara ao menos, mas não creio que seja muito diferente no Senado — de operar algumas mudanças no âmbito da reforma política é pequena, bem menor do que parlamentares anunciam individualmente. Sabem como é… Anunciar que “assim não dá mais” é fácil. Operar a transformação é que é difícil. A Casa votou, sim, a favor de uma mudança substancial: aprovou o fim da reeleição por uma maioria esmagadora: 452 votos a 19. Mas se recusou a arquivar o sistema proporcional e manteve as coligações nas eleições legislativas (menos Senado). Também aprovou uma cláusula de barreira bem tímida. Vamos ver.
Nesta quinta, a Câmara não deu os 308 votos necessários para pôr fim às coligações nas eleições proporcionais de deputados, deputados estaduais e vereadores. O destaque era do PSDB. Embora a proposta tenha tido um número grande de votos — 206 —, perdeu para o “não”: 236. De todo modo, eram necessários 308. Como se nota, a tese ficou bem longe do necessário.
É claro que era uma boa ideia. As coligações nas eleições proporcionais — vale dizer: partidos se juntam para disputar, como um bloco, os assentos no Parlamento — costuma ser parte do, digamos, mercado eleitoral. Não raro, grandes legendas se associam às pequenas em busca do seu tempo na TV. Os nanicos ganham com isso o quê? Alguns levam grana mesmo. Outros ganham o direito de indicar candidatos na coligação.
Reparem: se o partido nanico disputasse sozinho, dificilmente conseguiria o número de votos necessários para ter ao menos um representante. Como pertence a uma frente e como o que vai determinar o número de vagas é a votação desse frente, grandes nulidades acabam sendo “eleitas”, embora seus partidos, sozinhos, mal existam.
Não por acaso, há 32 partidos atualmente no país. Nada menos de 28 têm representação no Congresso, o que é uma piada. A coligação no voto proporcional permite isso. Mas a Câmara não quis mudar — assim como quis conservar o sistema proporcional.
Cláusula de barreira
Por 369 votos a 39, com cinco abstenções, a Câmara aprovou uma timidíssima cláusula de barreira: só terão acesso ao mínimo do fundo partidário e do tempo de rádio e TV as legendas que contaram com ao menos um parlamentar. Para vocês terem uma ideia de como isso é pouco: dos atuais 32 partidos, só 4 perderiam direito à mamata: PCO, PSTU, PCB e PPL.
É muito pouco. Com a manutenção da coligação, segue o estímulo às legendas de aluguel e à fragmentação partidária.

sábado, 23 de maio de 2015

ACREDITAR É PRECISO,OU; MENOS MALABARISMO RETÓRICO, E MAIS RESULTADO.

Ao que tudo indica a matéria publicada no Blog sobre a inacabada obra da Casa da Cultura, causou uma espécie de “burburinho” virtual nas redes sociais.
Não sei o porquê do alvoroço, já que nesse caso  não é necessário nenhum tipo de ginástica para entender a situação. Os fatos falam por si só.
A matéria foi baseada nas informações disponibilizadas no Portal da Transparência, mais especificamente nos dados disponibilizados no SICONV que nada mais é que um sistema criado para cadastrar e gerênciar convênios e contratos de repasses do Governo Federal.
Abrindo a tela do SICONV nota-se que a mais recente atualização de dados do convênio data de 13/05/2015, portanto a exatamente dez dias.
Duas situações chamam a atenção, e confirmam o que foi escrito.

Para entender...

O sistema SICONV gera questionamentos sobre os convênios, questionamentos esses que são respondidos pelo próprio SICONV quando alimentado por documentos enviados pelas Prefeituras conveniadas.
Em uma dessas ações o sistema questiona se o objetivo da obra foi alcançado quanto ao objeto do convênio, a resposta que lá consta  é ; NÃO.
Outra situação também demonstrada no SICONV é  que a obra estagnou em 79,13% da sua execução. 
Portanto, 79,13% não são 98% de execução como alega os ex - gestor do nosso município.
É bom lembrar que esse mesmo sistema nos envia a informação que ;100% dos recursos destinados à obra aportaram nos cofres da Prefeitura. Logo... É fácil constatar que essa conta não fecha.
Já o atual gestor municipal quando indagado sobre a situação, informou que o município teria que devolver dinheiro para o Governo Federal.
Outros questionamentos surgem também sobre essa situação;
Se o município terá que devolver dinheiro e a obra ainda está inacabada, quem irá concluir a obra, e com quais recursos?
Então vamos se agarrar nos fatos. O fato é que; essa obra estará completando em Janeiro de 2016,  nada mais nada menos que CINCO ANOS de atraso no prazo estabelecido de entrega. Isso mesmo, "CINCO ANOS DE ATRASO"!  
Vamos ser práticos... Acreditar é preciso e eu acredito que tudo se resolverá a partir do momento que a obra for entregue sem que a coletividade antoninense pague 2 vezes por ela.
Obviamente que não vai ser com malabarismos retóricos e discursos enfadonhos que a “arrastada” situação será resolvida.
Um abraço a todos, e fiquem na paz.



quinta-feira, 21 de maio de 2015

ELEIÇÕES 2016/PESQUISA, OU; OBRA DA REPAR/ARAUCÁRIA E OBRA DA TRANSPETRO/ANTONINA. QUALQUER SEMELHANÇA É MERA COINCIDÊNCIA?

Em Paranaguá...
 André Pioli lidera a corrida pela prefeitura, diz Paraná Pesquisas
Além da pesquisa sobre a aprovação das administrações federal, estadual e municipal em Paranaguá (veja aqui), o Paraná Pesquisas também verificou os índices da disputa pela prefeitura da cidade no ano que vem. A pesquisa tem 5 cenários sobre a corrida pela prefeitura parnanguara de 2016 e inclui as intenções de voto de André Pioli, Marcelo Roque, Waldir Leite, Alceuzinho Maron, Maranhão, Edison Kersten, Edu, Baka, Fregonese e Ricardo -http://www.fabiocampana.com.br/2015/05/em-paranagua-pioli-lidera-a-corrida-pela-prefeitura-diz-parana-pesquisas/.
Por Tutuca.
Em terras capelistas nenhuma pesquisa oficial foi ainda lançada. Isso não quer dizer que as movimentações já não tenham sido iniciadas pelos diversos grupos políticos da cidade. Vamos aguardar os acontecimentos

Empreiteiras receberam R$ 100 milhões de forma irregular na Repar




LAVA JATO -  Repar: adiantamentos de pagamentos para empreiteiras ocorreram antes que as obras estivessem feitas.

Por Tutuca.

Lendo o relatório da CEI da Câmara, se nota  que a investigação da Lava jato na obra da Repar (Araucária), tem muita semelhança com a obra da TRANSPETRO aqui em Antonina.
O relatório da CEI da Câmara enviado ao MP Estadual, diz o seguinte em sua pg 23 ; "Diante dos fatos podemos concluir que empresa contratada desde a assinatura do contrato passou a receber, sem ter concluído as obras conforme o cronograma financeiro".
O vasto relatório da CEI só vem na verdade confirmar o que presenciamos no dia a dia em nossa cidade. A obra que se "arrasta" em sua falta de qualidade, pouco ou nada tem haver com a obra no seu projeto original , e o adiantamento de pagamentos é segundo o relatório, só uma das muitas irregularidades da obra mais cara da história de Antonina.
O MP segundo informações, já  recomendou que a obra seja concluída , e só depois de sua conclusão outras medidas deverão ser efetivamente tomadas. 
Aguardemos.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

REFORMA POLÍTICA - RELATÓRIO VAI À VOTAÇÃO.

Leandro Prazeres
Do UOL, em Brasília


Os integrantes da comissão especial que estuda uma proposta para a chamada reforma política na Câmara dos Deputados deverão votar um relatório na próxima terça-feira (19) com sugestões que, se aprovadas, serão encaminhadas ao plenário da Câmara. Entre as principais mudanças do texto está a introdução do sistema chamado "distritão", o fim da reeleição para cargos do Poder Executivo e o fim das coligações partidárias para eleições do Legislativo. 
O relatório, que originalmente iria a votação nesta quinta, mas foi adiado, pode ser aprovado ou rejeitado de forma integral ou em partes. Para que a votação comece, pelo menos 18 dos 34 membros titulares da comissão precisam estar presentes. Para ser aprovado, o relatório deverá ter o voto favorável da maioria simples (metade mais um dos presentes).
O material que for aprovado pela comissão será enviado ao plenário da Câmara. O texto precisa ser aprovado em dois turnos na Câmara e no Senado antes de entrar em vigor.
Apontada como uma das promessas do PT durante as eleições presidenciais, a reforma política acabou sendo comandada pelo PMDB e pelo DEM.
O relator da comissão, Marcelo Castro (PMDB-PI), é aliado do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que mantém posicionamento crítico em relação ao governo.
A presidência da comissão, por sua vez, ficou com Rodrigo Maia (DEM-RJ). O Democratas é um dos principais partidos de oposição ao governo.
Propostas defendidas pelo PT, como o financiamento exclusivamente público de campanha e a manutenção do voto proporcional, ficaram de fora do relatório. 
Veja seis dos principais pontos da proposta:

1 - Sistema eleitoral para eleições de deputados (federais e estaduais) e vereadores
Como é?

"Voto de legenda": Os votos são primeiramente computados aos partidos e coligações e define-se o número de parlamentares eleitos a que a legenda terá direito. A partir daí, são definidos os parlamentares que terão direito a um assento. Pela regra atual, os candidatos mais votados de cada legenda são considerados eleitos. A principal crítica a esse modelo é a distorção que "campeões de voto" podem causar. Dependendo da coligação, o elevado número de votos de um determinado candidato de uma legenda pode "puxar" candidatos que foram mal nas urnas.
Como pode ficar?
"Distritão": Estados e municípios são transformados em "distritos". São eleitos os candidatos mais votados em cada distrito, independentemente da coligação ou partidos aos quais os candidatos pertençam. Neste sistema, os candidatos "campeões de voto" tendem a ser favorecidos, enquanto candidatos que representam minorias seriam prejudicados.
2 - Financiamento de campanha
Como é?
As campanhas são financiadas por uma mistura de doações privadas de pessoas físicas ou empresas e de repasses feitos pelo fundo partidário, com recursos da União. As doações feitas por empresas têm um teto de 2% sobre o faturamento bruto da empresa na ano anterior às eleições. As doações podem ser feitas tanto aos partidos quanto aos candidatos desde que registradas junto à Justiça Eleitoral.
Como pode ficar?
O modelo misto permanece, mas com a criação de restrições em relação às doações feitas por empresas privadas e pessoas físicas. Foi sugerida a criação de um teto fixo para doações privadas, e não mais relacionado proporcionalmente ao faturamento das empresas. Além disso, empresas estariam proibidas de doar diretamente a candidatos. As doações só poderiam ser feitas, obedecendo as novas regras, aos partidos.
Também seriam vedadas as doações privadas a partidos fora do período eleitoral. Foi sugerida a criação de um fundo público com recursos do Tesouro para distribuir verbas a partidos de duas formas. Parte do repasse seria feito de acordo com a representação política do partido. A outra parte seria feita de forma igualitária a todos os partidos que não tenham representação no Congresso Nacional, mas que queiram participar das eleições.
3 - Coligações
Como é?
Atualmente, partidos são livres para se coligar com outros durante as eleições municipais e gerais. Nas eleições para cargos legislativos, os votos vão para a chamada "legenda", que é o conjunto dos partidos coligados.
Como pode ficar?
Ficam proibidas as coligações em eleições parlamentares. As coligações só seriam permitidas nas eleições para cargos majoritários (prefeito, senador, governador e presidente da República).
4 - Reeleição
Como é?
Atualmente, parlamentares (vereadores, deputados e senadores) pode ser reeleitos indefinidamente. Prefeitos, governadores e presidentes da República só podem ser reeleitos uma vez.
Como pode ficar?
A reeleição para cargos do Executivo é extinta. Apenas ocupantes de cargos do Legislativo podem ser reeleitos.
5 - Duração do mandato
Como é?
Vereadores, prefeitos, deputados estaduais, governadores e presidentes da República têm mandato de quatro anos. Senadores têm mandatos de oito anos.
Como pode ficar?
Todos os ocupantes de cargos eletivos terão mandato de cinco anos.
6 - Participação popular
Como é?
Atualmente, projetos de lei de iniciativa popular precisam reunir 1,4 milhão de assinaturas devidamente conferidas para poderem tramitar no Congresso Nacional.
Como pode ficar?
Pela proposta a ser votada, projetos de lei de iniciativa popular precisarão reunir apenas 500 mil assinaturas.